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Plano de contas gerencial versus contábil: qual a diferença?

Por Henrique Netzka

Se você está começando a implantar um software de gestão, esta dúvida vai acabar surgindo. Isso porque os softwares de gestão (sejam ERPs ou não) acabaram “importando” termos contábeis, e o termo “Plano de Contas” é um dos que mais geram confusão! Neste artigo, vamos esclarecer um pouco as diferenças. O que é um plano… Continue a ler »Plano de contas gerencial versus contábil: qual a diferença?

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Se você está começando a implantar um software de gestão, esta dúvida vai acabar surgindo. Isso porque os softwares de gestão (sejam ERPs ou não) acabaram “importando” termos contábeis, e o termo “Plano de Contas” é um dos que mais geram confusão! Neste artigo, vamos esclarecer um pouco as diferenças.

O que é um plano de contas?

Originalmente pertencente ao escopo contábil, o plano de contas é uma estrutura que classifica as contas de uma empresa. Ela é feita em formato hierárquico, ou “árvore”, sendo dividida em níveis (no caso do Nimbly, até 6, mas este número pode variar).

O plano contábil é usado para montar livros e balanço. Ele é definido pela sua contabilidade, e é subdividido em Ativo, Passivo, Receitas e Despesas. Dentro de cada uma destas divisões, as classificações irão aparecer. Veja o exemplo abaixo.

Exemplo de plano de contas contábil

Note que o plano contábil classifica de forma muito técnica, e bastante genérica, os acontecimentos da sua empresa. Isso porque, aos olhos do governo (que é o maior interessado na contabilidade), não importa – por exemplo – se você pagou uma conta de luz ou de água. Para ele, importa que você pagou uma conta de consumo.

E é neste ponto que o plano de contas contábil se distancia muito do plano gerencial.

Na realidade, apenas o termo “plano de contas” é importado, dada a semelhança no formato de ambas as informações. Mas a composição de um plano gerencial é bastante diferente.

Exemplo de plano gerencial. Não há nada técnico aqui, e as classificações são dadas de acordo com cada empresa.

A origem da confusão

O plano gerencial parece simples, não?! Se você tem, por exemplo, um novo tipo de conta (exemplo: motoboy), você meramente vai encontrar onde ela pertence (Despesas Operacionais, por exemplo) e adicionar uma nova linha lá. Mas então, por que há tanta confusão?

A confusão começa porque estes planos são correlacionados. Caso sua contabilidade queira, ela pode relacionar itens do plano de contas gerencial com o contábil. Em geral, muitas linhas do plano gerencial representam “uma” linha no plano contábil (por exemplo: despesas, em geral, serão um ou duas linhas no plano contábil, mas facilmente passarão de 50 no gerencial).

Esta correlação é feita apenas para exportação de dados para o software contábil. Portanto, se seu contador não usar os dados do seu software gerencial, você não precisa se preocupar com isso – e nem ocupá-lo para criar seu plano de contas!

Por que é útil?

Alguns softwares mais simples usam apenas uma lista de classificações de contas (água, luz, telefone, etc.). A diferença desse mecanismo mais simples para um mais complexo é que este permitiriá uma análise detalhada de fluxo de caixa, por exemplo, que aquele não permitirá. As contas ficarão mais organizadas e você poderá analisar de forma muito fácil, por exemplo, quanto você gasta em publicidade, ou quanto gasta em cada canal investido (Facebook, Google, etc.).

E é isso. Qualquer dúvida ou sugestão, deixa um comentário abaixo! 🙂

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