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Qual a diferença entre boletos via bancos, gateways e bancos digitais?

Por Henrique Netzka

Se a sua empresa emite boletos para cobrar as mensalidades, é importante se preocupar com a apresentação do boleto da outra forma. Certo?! Afinal, existem muitas formas de emitir um boleto para cobrar pelos seus serviços. Aqui, vamos discutir algumas destas opções, a fim de você poder decidir qual é a melhor opção para sua operação.

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Se a sua empresa emite boletos para cobrar as mensalidades, é importante se preocupar com a apresentação do boleto da outra forma. Certo?! Afinal, existem muitas formas de emitir um boleto para cobrar pelos seus serviços. Aqui, vamos discutir algumas destas opções, a fim de você poder decidir qual é a melhor opção para sua operação.

O que é um boleto?

Um boleto de cobrança é um documento que representa uma dívida. Ele, por si só, não tem qualquer validade jurídica ou fiscal. Os boletos são protocolos de comunicação entre os bancos: ou seja, é um documento que diz para um banco (ou lotérica) como ele deve receber aquele dinheiro, e para onde deve repassar.

O boleto é composto por várias informações feitas para “humanos”, uma linha digitável e um código de barras. Se você está operando pela internet (internet banking ou Nimbly, por exemplo), a única informação que você precisará para pagar o boleto é a linha digitável. É por isso que algumas empresas já enviam esta linha no corpo do e-mail de cobrança. Assim, nem é preciso gerar o “PDF” do boleto!

Atualmente, 100% dos boletos no Brasil são registrados. Isso significa que existe um canal centralizado onde os bancos consultam, a partir da linha digitável, as instruções de cobrança daquele boleto – juros, multa, valores e vencimentos. Por isso, todo boleto emitido precisa ser registrado e, também por isso, as fraudes em boletos se tornaram muito mais difíceis atualmente.

Boletos via banco

A maioria dos bancos tradicionais (Itaú, Bradesco, Banco do Brasil, Sicoob) oferecem o serviço de emissão de boletos de cobrança. Este boleto pode ser emitido pelo internet banking do próprio banco ou por um sistema externo.

Porém, com a entrada da obrigatoriedade do registro de boletos em meados de 2018, os boletos emitidos por um sistema externo ganharam uma etapa a mais: ao emitir ou atualizar um boleto, agora é preciso enviar um arquivo de remessa (em formato CNAB) para que o banco entenda o que é aquela cobrança.

Analogamente, quando acontece o pagamento do boleto, um arquivo de retorno (CNAB) é gerado pelo banco e deve ser importado pelo sistema de gestão. Assim, o sistema reconhece quem pagou e consegue dar baixa nos títulos.

Esta operação, porém, tem um agravante em operações ágeis ou da nova economia (como agências digitais, consultorias, software houses e startups): a depender do seu convênio com o banco, os boletos são registrados apenas de um dia para o outro. Na prática, isso significa que, se o seu cliente receber um boleto hoje, ele só pagá-lo amanhã.

Em convênios melhores, este processo pode ser de algumas horas. Ainda assim, se o seu cliente está na frente do computador e pediu o boleto para “hoje”, ele dificilmente conseguirá pagá-lo.

No Nimbly, o processo de faturamento é totalmente automatizado: geramos a nota fiscal, o(s) boleto(s) e enviamos isso tudo via e-mail. Por isso, optamos por não trazer os bancos tradicionais como opção de cobrança. Assim, evitamos que o nosso cliente precise fazer um trabalho manual para efetuar suas cobranças.

Boletos via gateways de pagamento

Os gateways de pagamento (como a Juno ou a Iugu) são uma ótima alternativa para geração dos boletos. Ele está integrado com a maioria dos softwares de gestão (incluindo o Nimbly), e também pode ser operado de forma independente.

Os boletos gerados via Juno têm as mesmas características que um boleto bancário, porém o registro é feito pouco menos de 5 minutos. Ou seja: alguns minutos depois da emissão o boleto já está pronto para ser pago pelo seu cliente.

A baixa do boleto acontece via API de forma automática. Isso também garante que você não tenha trabalho nenhum para saber “quem pagou e quem não pagou”. Um boleto pago é baixado automaticamente via API no Nimbly.

O detalhe aqui é sobre o beneficiário do boleto: se o seu cliente usar DDA, ele verá que está devendo X reais à “Juno”, e não à sua própria empresa. O boleto sempre identifica o Sacador como a sua empresa, mas o beneficiário ainda é um campo usado no sistema bancário, e isso pode gerar alguma confusão – especialmente em operações tradicionais ou que fornecem para grandes empresas. Ainda assim, é uma ótima opção!

Boletos via bancos digitais

Os bancos digitais abrem caminho nesta corrida com uma nova opção que, basicamente, resolve 100% dos problemas citados acima: boletos gerados pelo BS2, por exemplo, têm como beneficiário sua própria empresa (ou seja, no DDA, é o nome da sua empresa que aparecerá), a geração é instantânea via API e a baixa é também feita via APIs.

Associe isso à facilidade de abertura de conta e tarifas muito agressivas, e você terá a melhor opção, atualmente, para gerar boletos de cobrança por dentro do Nimbly – e ainda usando recursos como cobrança recorrente, régua de cobrança, emissão de notas fiscais e muitos outros.

Atualmente, encorajamos todos os nossos clientes a migrarem para as contas digitais. Elas facilitam a operação de pagamentos e também a geração de cobranças. Se você quer saber mais, entre em contato conosco e vamos discutir seu caso! Se preferir, deixe um comentário abaixo que ligamos pra ti. 🙂

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